segunda-feira, 28 de junho de 2010

Gestão de TI - 28/06/2010


  • O que aconteceria se um ataque digital tirasse a internet do ar, junto com todos os sistemas de telecomunicação de um país?

    • A Microsoft detem vastos recursos, literalmente bilhões de dólares em reservas e ativos líquidos. A Microsoft é um império incrivelmente bem-sucedido que fora construído sob a premissa de dominação do mercado com produtos de baixa qualidade

    • As redes abrem uma possibilidade terrível para ataques online devastadores” diz Clarke, afirmando com veemência que “a população civil, suas organizações servidoras e empresas estatais que estão literalmente a gerir todo o país são as mais diretamente afetadas no caso de uma guerra virtual

    • “Algumas pessoas têm interesses em manter as coisas como estão: desregulamentadas” diz Clarke no livro. “Algumas dessas pessoas literalmente ‘compraram’ seu acesso na máquina administrativa” e segue, apontado a Microsoft como uma das sete companhias que aparecem como proeminentes membros da lista de doadores políticos conhecida como “Heavy Hitters” no website OpenSecrets.Org.

    • “Quando o sistema Windows NT caiu (como sempre acontece), o navio se tornou imediatamente em um gigantesco tijolo boiando no oceano, perdido, morto em alto-mar”, citando o caso do porta-aviões USS Yorktown, abafado de 1997. “Em resposta imediata à ‘legião iminente de falhas e fracassos’ do sistema, o governo norte-americano passou a utilizar o Linux OS em diversas frentes. Dessa forma, o Pentágono e outras agências podiam “desossar” o código-fonte, pegar o que precisassem dele e eliminar eventuais bugs”.

    • “A Microsoft trilhou um caminho de guerra contra o Linux e fez de tudo para atrasar a adoção do OS por comitês governamentais. Todavia, por conta de já exisitirem agências do governo a utilizar o Linux, foi pedido à NSA (Agência Nacional de Segurança) que emitisse um relatório do cenário atual. Em uma ação que mesmerizou toda a comunidade open source, a própria NSA se juntou aos desenvolvedores oferecendo publicamente ajustes e patches para aumentar a segurança da plataforma. A Microsoft então me deu a nítida impressão (na época) que se o governo continuasse a promover o Linux ela então pararia de cooperar com os Estados Unidos da América. O que certamente não teve forte apelo para mim, entretanto, teve para outros no governo. O software da Microsoft ainda continua sendo comprado por muitas agências federais, muito embora o Linux seja gratuito e muito mais suscetível à ajustes de segurança, menos falho e mais estável.”

    • “Muitos internos da Microsoft já me confidenciaram que a empresa não leva realmente a sério a questão de segurança, mesmo diante do fato de serem frequentemente envergonhados com falhas e invasões amplamente publicadas na mídia”.

    • “Não é estranho? Ver que ao invés de apenas maquiar mudanças que não são mudanças reais, a primeira coisa que a empresa faz quando começa a encontrar competição à altura é investir em fortes lobbies contra novos padrões regulatórios de segurança de software”.

    • sai muito mais barato para a Microsoft comprar lobistas e porta-vozes de diferentes secretarias do governo, do que parar para investigar o tamanho do buraco em que sua cadeia de produtos se encontra “desde sempre”. Pior ainda, Clarke diz que “a Microsoft é apenas uma das empresas da cyber-indústria atual que desfruta de boa vida com essa situação, sendo qualquer mudança algo bastante ruim” para os seus negócios.

    • concordo com a impressão (da fonte) de que não devemos mergulhar direto na parte mais catastrófica da sua visão. Antes, por exemplo, devemos considerar seriamente o impacto das mudanças legais que ele sugere. Imagine o governo a controlar ISPs gigantescos para que rodem uma “inspeção compartilhada de pacotes” na busca de malware?

    • “a privatização do governo nas últimas duas décadas pode até ter juntado montes de dinheiro, mas seguramente comprometeu a habilidade do país de defender partes vitais da nação contra ataques, desde os menores até os mais impactantes”. É fato que existem mesmo inúmeras vulnerabilidades, não só nos EUA como em qualquer outro país. A questão é “por quê?”, “quais?” (na real) e “quem ganha com elas?”

    • Como duvidar daquele cara que, de verdade, te avisou daquela merda toda uma vez no passado? (e estava certo).

  • O que pode acontecer com nossos dados no futuro?

    • à medida que adquirimos conhecimentos cada vez mais extraordinários, também os armazenamos em formas cada vez mais frágeis e efêmeras
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Gestão de TI - 28/06/2010



    • O excesso de processos em tramitação na Justiça tem levado magistrados a serem menos juízes e mais administradores

    • A solução está, segundo ele, no planejamento estratégico, que tem sido estimulado pelo CNJ, desde a sua criação, há cinco anos

    • A gestão estratégica, explicou Gandra, passa pela eleição das metas e do que é prioritário, sempre obedecendo aos valores da Justiça, isto é, que seja eficaz, segura, célere, acessível e barata. Os meios para se atingir isso, segundo ele, são racionalização judicial (triagem de processos e mutirões), otimização gerencial (como o workshop, que revela experiências de boas práticas), capacitação e especialização de funcionários, emprego de recursos tecnológicos e a própria consolidação jurisprudencial
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sábado, 26 de junho de 2010

domingo, 20 de junho de 2010

Conversa Digital (weekly)


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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Aprenda mais sobre Hidrogênio... Lembra disso?

Em primeiro lugar, gostaria de lembrar-lhes de um vídeo motivacional que eu postei a muito tempo aqui neste blog: Aprenda mais sobre Hidrogênio
Este vídeo, que foi baseado nos livros "A Economia do Hidrogênio" e "O Fim dos Empregos", ambos de Jeremy Rifkin.


Bem, e qual é a razão de eu estar falando sobre ele novamente?
Simples!

Ontem eu vi um artigo no MeioBit que me deixou maravilhado, sobre células de energia portátil movidas a... Hidrogênio!


Este produto, da empresa Horizon Fuel Technologies, simplesmente utiliza células de hidrogênio para produzir energia elétrica. Uma coisa é certa: Este produto pode (e acredito que vá) revolucionar o conceito de energia móvel, abrindo fronteiras antes inimagináveis, como por exemplo, celulares com baterias que ficam semanas, ou mesmo meses, sem precisarem recarregar, notebooks que só precisam ser carregados uma vez por ano e coisas do gênero. É claro que ainda falta bastante tempo pra que isso aconteça, mas uma vez estabelecido o "pontapé inicial", o resto é pesquisa e desenvolvimento constante.


Opa... Posso usar isso no meu carro???
Sim, pode!
Aliás, já existe um ônibus brasileiro movido a Hidrogênio rodando em São Paulo e iniciativas para utilizar o Hidrogênio em larga escala em veículos, conforme você poderá observar nos vídeos abaixo:




Conforme foi possível ver, já é possível hoje em dia utilizar o Hidrogênio como combustível em veículos híbridos capazes de alcançar uma grande autonomia graças a este combustível do futuro (ou seria do presente?).


Ei, mas eu sou Nerd e ando à pé... Como isso tudo me afeta?
Certamente qualquer nerd que se preze sabe que se a tecnologia das baterias e sua capacidade tivesse acompanhado o ritmo dos processadores, por exemplo, deveríamos ter hoje baterias do tamanho de moedas de 50 centavos capazes de ser recarregadas em alguns segundos e com uma durabilidade de meses. Infelizmente, somente em nossos mais doces sonhos isso é possível. 
Felizmente, os pesquisadores estão REALMENTE preocupados com isso, porque as empresas que desenvolvem produtos portáteis estão se vendo limitadas de evoluir mais simplesmente por não serem capazes de alimentar dispositivos muito mais poderosos do que os que existem hoje.
A Motorola anunciou um Smartphone que terá um processador de 2GHz ainda para este ano. A questão é: Se no Milestone um dos maiores pontos fracos (talvez o maior) era a duração de bateria, considerando que o processador dele tem "apenas" 600MHz, como vai ficar a situação deste novo smartphone em relação à duração da bateria? 


Sendo assim, uma notícia como esta da célula combustível pode representar REALMENTE uma mudança radical no atual cenário dos dispositivos móveis.


Só nos resta esperar pra ver. Mas que com certeza eu vou pedir pra alguém trazer este treco pra mim, isso eu vou. COM CERTEZA :)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Com a cabeça nas "nuvens"...

Muitos especialistas apontam que em poucos anos (menos de 10) estaremos usando muito mais recursos "na nuvem" do que recursos locais.
Isso já é um fato em algumas empresas, desde pequenos empreendimentos até multinacionais, que utilizam as soluções do Google Apps para disponibilizar muitos recursos para seus usuários corporativos. E essas empresas, conforme pesquisas realizadas, estão muito satisfeitas em pagar pelos serviços Google. EU PAGO pelos serviços Google, e não me arrependo nem um pouco!
O Google até mesmo disponibiliza uma calculadora para que cada um possa fazer uma estimativa de quanto economizaria ao usar o Google Apps ao invés de utilizar soluções de software e hardware "dentro de casa".
É claro que ainda haverá muita resistência, preocupações com relação à segurança dos dados e com a privacidade.
Ainda mantenho uma cópia local dos dados que armazeno na nuvem, admito. Mas particularmente acredito que meus dados estão muito mais seguros e disponíveis na nuvem do que no meu HD. Sem dúvida, o Google ou qualquer outra empresa SÉRIA que queira entrar no mercado das "nuvens" terá que ter preocupações primárias relativas à privacidade e a segurança dos dados. E nenhum empresa que se preze está disposta a ver seu nome envolvido num escândalo de vazamento de dados de usuários.
Eu acredito que a tendência do "Cloud Computing" é irreversível. E com isso, teremos máquinas mais econômicas, mais baratas, menores e mais inteligentes. Todo mundo ganha: As empresas, com a receita oriunda dos serviços (Sim, eu PAGO pelos serviços do Google), o usuário, pela disponibilidade e segurança dos seus dados e o meio ambiente, uma vez que máquinas mais econômicas implicam em menos consumo de energia e recursos naturais.
E você? Já vive com a cabeça "nas nuvens"?


in reference to:
"Uma pesquisa recente feita pela Universidade de Elon com aproximadamente 900 experts em tecnologia/internet e analistas sociais apontou que até o ano de 2020 ‘os usuários da rede mundial viverão principalmente na nuvem (cloud)’."
- Futuro nas Nuvens? « Meio Bit (view on Google Sidewiki)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Vale tudo para conseguir a vaga?

Olá pessoal,
Estava navegando no LinkedIn agora a pouco e me deparei com a seguinte pergunta:



A máxima, "seja você mesmo", realmente funciona numa entrevista de emprego?


Achei a pergunta muito pertinente e oportuna, e resolvi dar minha contribuição.
Segue minha resposta:
Acredito que se o profissional quer ter uma relação duradoura e produtiva com a empresa que o contrata, deve falar a verdade, ser ético e jogar limpo. De nada adianta dizer que faz e acontece, que é capaz disso e daquilo e depois, no "calor da batalha" deixar a empresa na mão.
Dizer que não sabe não é vergonha nenhuma. Aliás, vergonhoso é dizer que sabe e depois passar por mentiroso.
Infelizmente, as empresas tem exigido perfis muito exigentes para preenchimento de vagas que muitas vezes, na prática, exigem muito menos do que aquilo que se descreveu no perfil da vaga. Claro que isso acontece para elevar o padrão do "filtro" e conseguir melhores candidatos, mas com isso, a empresa fica exposta aos "atores", que "maqueiam" informações e manipulam o currículo para atender àquela oportunidade, mas que acabam, após assumir a vaga, deixando a "peteca cair".
Eu acredito que ser autêntico te livra do peso de "interpretar um personagem corporativo" que você não é, e mantém as expectativas dentro de um limite com o qual você pode lidar.

Apenas para ajudá-los a refletir sobre o tema, seguem abaixo alguns links recomendáveis sobre o tema.
Acredito que será de muita ajuda para todos dar uma lida nestes artigos: